PROJECTO DE TRANSFORMAÇÃO DAS ILHAS DE CABO VERDE NUM ESTADO PANAFRICANO




Face a divulgação desta pandemia no inicio do ano 2020, vários ativistas do mundo inteiro, intelectuais africanos, o povo, partidos políticos e sobretudos africanos espalhados no mundo que reconhecem os seus ancestrais, questionaram e reforçaram a ideia da África se unir urgentemente para poderem voltar para as suas casas definitivamente, uma vez que este signo de mudança “dos séculos” descodificou claramente as nossas principais forças e fraquezas.


Ou seja, se sente claramente que esta pandemia colocou o continente Africano a possibilidade dela ser completamente aruinada pelas consequências desta “misteriosa” doença, como o próprio presidente do império neo-colonial Francês declarou.

A OMS, organização responsável pela saúde pública mundial foi categórica: á Africa virá a ser duramente afectada, e que está mal preparada. Ou seja para qualquer africano “consciente”  é como que a mensagem enviada seria: prepararem para ver aquilo que viveram durante o inicio da escravidão: o holacausto

Ainda bem que a praga do burro não chega ao cêu, como diz o criolo. Foi o contrário que aconteceu no mundo que dizem ser desenvolvido. o continente permanece protegido sobre um grande mistério.

Se o mundo capitalista fosse real nunca nos enviaria esta mensagem. A sinseridade da palavra seria logo no momento pedir perdão aos africanos, e fazer de tudo para que o mundo fosse outro, isto é de JUSTIÇA, PAZ E AMOR. Mas não, nunca.

Esta mensagem seria o suficiente para que os Africanos acordassem e para ver que de facto eles não prestam para a humanidade. E que deveriam tomar a coragem para tomar agora ou nunca os destinos dos nossos ancestrais.

Por acaso, foi mencionado claramente em 25 de maio de 1963 na Adiza-Ababa na fundação da organização de OUA que a nossa verdadeira união nunca mais permeteria este gênero de coisas, e que pelo contrário uma união na base de interesse retornaria a este ponto concerteza.
Sem embarcar muitos nestas explicações uma única só pergunta seria levantada ao ar? Como imaginávamos Senegal passar pelas mesmas onda epedêmica que a frança? Como imaginar o caso da ethiópia  com a  china, Cabo verde e Portugal, a Nigéria com a Inglaterra?
Estamos a falar do neocolonialimo com certeza fazendo estas comparações, isto é estamos a fazer ligação directa destes países africanos com as novas formas de exploração do  colonialismo dos seus “senhores brancos”: peloo turismo, pelasas indústrias de extração de matérias primas, os protocolos das organizações internacionais etc
Ainda bem que esta profecia não cumprida  acabou por alimentar ainda mais uma descrença dos africanos sobre o ocidente e uma revolta e questionamento sobre uma independência imediata.
Tenho fé que não vamos morrer se os irmão africanos escutassem estas mensagens: a porta onde entraram deve ser a porta pelo que devem sair e esta mesma porta deve ser a porta que os nossos ancestrais vão retornar os seus filhos para a África, isto é Cabo Verde.
A proposta seria  que os africanos libertassem do medo do opressor, e lutar pela sua independência sem necessidade ao recurso das armas, ou da violência militar.

Será que os povo caboverdianos está pronta a transformar as ilhas de Cabo Verde no primeiro Estado completamente revolucionário e Panafricano e ser o primeiro a arancar este comboio rumo a este, norte e sul da áfrica, cujo pasageiros estão todos a prontos?
O maioria do povo sim, mas a elite minoritária que controla não se interessa.  Uma última pergunta, estaríamos pronto para ao menos fazer conhecer as reações dos povos que beneficiam da exploração do nosso continente?

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