O que é o DEug 27?
Os Mistérios
dos signos por detrás de Deug 27
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| último Julgamento, meu testemunho... Cabo Verde Julho-Agosto 2016 |
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| Familia Senegal, Gilsom o antropologo brasileiro, nossa amiga portuguesa e os nossos amigos e amiga senegaleza na nossa Casa antes de DEUG |
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| Ras Munda cuidando do jardim |
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| Apelo para união com Cabo verde |
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| Abdu, o limpador e recolhedor de lixo: o homen que anunciou-me que a arvore iam trazer a árvore. |
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| Os músicos Casamansianos: Reggae man, Rastafary |
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| Charles, o menino Maliano preparando o terreno |
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| vista do jardim, e sua ampliação - projecto Bok Ligguey: trabalhamos juntos: transformação de uma lixeira num campo de agricultura biológica e preparação para receber DEUG 27 |
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| A Alegria das crianças que ajudam no Jardim saboreando fruto do seu Jardim |
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| A festa do milho, oferta as crianças da comunidade, as mulheres com meninos que pedem na rua. |
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| Antes do Deug, a preparação do espaço, a sua projecção num plano Octogonal |
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| Crença no poder da revitalização da natureza e conexão espiritual |
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| Ras Munda Uvé protegendo DEUG 27 |
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| Parabola: É possivel alimentar o mundo se houver união: alimentação natural só com os produtos do Jardim. |
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| uveany alimentando a arvore Deug 27 no primeiro dia |
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| As 9 dimenções da visão DEUG 27 em amarik e em inglês |
| Ethiopia - Casa DEUG 27 - esquerda a direita : Hermias o costureiro, Endala voluntário, Sennay designer gráfico voluntário o Bunte, o o cão leão. |
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| LOgo made by designer Sennay ethiopian |
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| 1. Mochilas produzida no Atelier DEug 27 na Ethiópia |
Utilizei a palavra Deug nas primeiras semanas, depois
do dia 27 de março 2018, e logo considerado uma inspiração reveladora e
misterioza, para conceptualizar todo uma inspiração de carácter sobrenatural
que envolvia o meu espírito desdeo inicio da minha existência em 1978. Isto é 40 anos depois.
Poucos dias antes de ir para senegal tive um sonho que perguntei ao meu falecido Avô quando era? a palavra 40 veio a minha memória nocturna. Mas porquê este número? começou a confusão para a sua descodificação. De facto este foi o evento que mais me marcou em toda a minha vida. Porque pela primeira vez eu estava descansando de muito tempo de luta, pela primeira vez eu eucontrava fora do meu país, junto com a minha família, realizando algo com que sempre sonhei e o meu pai tinha sonhado: tenho uma casa e a beira dela um terreno, agua e vizinhos.
Mas larguei tudo isso em Senegal depois de 2 anos para seguir a Ethiópia continuar a busca do "tesouro perdido" .
Poucos dias antes de ir para senegal tive um sonho que perguntei ao meu falecido Avô quando era? a palavra 40 veio a minha memória nocturna. Mas porquê este número? começou a confusão para a sua descodificação. De facto este foi o evento que mais me marcou em toda a minha vida. Porque pela primeira vez eu estava descansando de muito tempo de luta, pela primeira vez eu eucontrava fora do meu país, junto com a minha família, realizando algo com que sempre sonhei e o meu pai tinha sonhado: tenho uma casa e a beira dela um terreno, agua e vizinhos.
Mas larguei tudo isso em Senegal depois de 2 anos para seguir a Ethiópia continuar a busca do "tesouro perdido" .
Eu me encontrava, numa quarta feira, em Senegal, na zona de Mariste, num pequeno jardim onde
se experimentava no momento uma prática ancestral de agricultura de meditação
espiritual em beneficio colectivo.
Era o meu segundo ou terceiro dia que tinha acabado de Chegar de Cabo
Verde, acompanhando o meu velho pai no hospital em um estado muito crítico de
saúde.
Desde lá sentia algo estranho que estava para vir. Ainda não era meio dia.
Recebi a informação que uma planta estava por vir ser plantado no meu Jardim.
Logo em seguida, esperando ansiosamente o que estava por acontecer, começei
a cavar a terra e preparar o espaço para
receber a nova vida de uma árvore que se chama SEDEM, uma espécie de “Macieira
de Deserto” que foi transplantada naquele dia.
A árvore que eu já tinha comigo os seus frutos, a sua transplantação foi imediatamente
identificado e reconhecido como um fenómeno espiritual e natural de merecida
atenção.
O tronco da árvore media cerca de 2,5 metros, cortados em 5 das suas
ramificações que assemelhavam-se ao palmo de uma mão estendida para o sol.
Depois de cerca de 25 dias, ela foi cuidada e alimentada onde brotou as suas
primeiras folhas e espinhos.
A resgate desta árvore foi considerada como um processo iniciático de uma
crença no alêm, que tinha-me acompanhado desde os meus 7 anos.
A volta deste mistério colectei vários objectos simbólicos mas pelo menos 3
me chamaram mais atenção:
1.
um único objeto na cova onde a árvore seria
transplantada. Um militar com uma arma apontada, mas com o pé direito
desligado. Trata-se de uma representação de um soldado de cor castanha com a
inscrição China em baixo.
2.
Uma
criança com os seus 5-6 anos de idade no jardim me agradeceu, abraçando-me me
deu de presente duas pequenas peças de papel daqueles jogos infantis de homens
robós, inscritos 5 & 15.
3.
Um
marabout me deu um copo grande de Chá quente de presente ornamentado totalmente
com a figura de 16º presidente dos EUA, Abraham Lincolm e a Casa Branca, incrito
as 3 primeiras letras da constituição Americana: WE The People.
Importa ainda identificar nesta data 27 de Março, 3 momentos em três países
diferentes.
Senegal: 1 momento 27 de Março 2018: uma planta entre a vida e a morte, é
resgatada onde estava a decorrer durante um projecto de agricultura domêstica
em beneficio da comunidade.
Ethiópia: 2 momento 27 de março 2019: um acidente brutal com o nosso cão
que perde a sua perna esquerda na Ethiópia.
França: 3 momento 27 de Março 2020: encontro-me em França em uma viagem
emergência em pleno expanção do Covid 19.
Deug, a palavra está em Wolof que significa verdadeiro. Wolof é um antigo
império que formou a África ocidental: Senegal e os países vizinhos no Sec. XV.
Desde a primeira hora a revelação foi reconetada com a tomada da
consciência de uma nova direção, isto é para a Etiópia. A terra santa. Ou seja,
num período incerto de decisão esta revelação surgiu como uma certeza deste
caminho.
Cerca de 6 meses depois fomos para a
Etiópia. Da palavra DEug foi acrescentada o número 27, significando uma
primeira grande descodificação do mistério que envolvia esta inspiração.
Comecei a compreender que a Palavra também existe em Amarik, língua oficial
do governo Ethiopiano e significa Dar.
O número 27 começa a fazer grande significado neste contexto. Vejamos com
atenção: ao entrar na Ethiópia em 2010 (2018 calendário Gregoriano) faz
exatamente 27 anos da passagem do regime DERG terror vermelho de Mengistu, para um regime
não tão pacífico como se deveria esperar.
Portanto, 3 meses antes de chegar a Ethiópia uma luz de esperança e de paz se reacendia lentamente
desde a trágica noite que as tropas daquele que foi conhecido para muito como Mussolini
Negro, o Haile Mariam Mengistu, renderam as suas armas em 1991.
Este novo e atual presidente da
Etiópia foi visto para muitos como o “redentor” da Ethiopia após os 27 anos de
instabilidade, sem contar os mais terríveis momento dos 17 anos de Ditadura
(1974 – 1991).
Para a minha surpresa fico a saber que o dia 27 é também o dia de MedaHalem
ou seja Jesus Salvador, aquele que cura na Ethiópia.
A partir da crença desde percurso criamos a Marca DEUG 27 para simbolizar e
eternizar este caminho. Já não queria mas seguir outra coisa. Muitos
Ethiopianos e pessoas de várias partes do Mundo foram comunicados desta
inspiração.
Concluindo Deug reflete o resumo de
vários anos de exploração do meu interior no seu estado físico, psicológico e
espiritual e social.
Trata-se de uma vivência e experiência directa em 7 países: Cabo Verde,
Brasil, Senegal, Guiné-Bissau, Portugal, França e Ethiópia.
Mas também foram 7 anos de uma intensa campanha de unificação da minha
comunidade onde nasci em Achada Grande Frente, da minha ilha, Santiago, de Cabo
Verde e da África no inicio do ano 2013.
Eu disse uma coisa muito importante no início de 2013: vamos formar uma
grande Corrente de Ativista do mundo inteiro, declarar o ano de 2013 como ano
de ativismo e preparar durante 7 anos para ter uma base muito forte no nosso
continente.
Eu disse ainda: devemos unir e lutar todos os dias, a partir deste espaço
ocupado que é o Pilorinhu, em nome de Amílcar Cabral para que ela seja um
espaço de todos os africanos. Mais ainda profetizei: camaradas o ano 2020 é o
nosso ano se soubermos tirar proveito de todos os dias de luta e nunca falhar
ou parar.
Na verdade, consultando a minha trajetória posso dizer que foi a partir do
ano 2004/2005, isto é há 15 anos que comecei a imaginar mais seriamente estas
coisas. É o ano que entrei pelas portas da Universidade estudar os fenómenos juvenis urbanos, quando eu tinha 27 anos.
No Início da Universidade em Jean Piaget, comecei sem saber a deixar o
cabelo crescer pela primeira vez, porque os meu pais, nunca me deixaram fazer
isso, quando sempre tive esta vontade.
Nesta altura eu tinha um chapéu com três cores que a minha ex-mulher me
ofereceu, com o Leão de Juda na parte cima, que representa a antiga bandeira da
Ethiópia, e exactamente aquele que foi a cabeça do último império
teocrático no mundo, e da representação da linhagem salomónica no Poder: a
Ethiópia e o seu 225 imperador. Haille Sellassie I.
Só hoje, depois de 15 anos eu compreendi o que significava este Leão
carregando esta bandeira. Lembro-me uma passagem o professor da disciplina
de Semiologia- ciência que estuda sistemas
de signos ou códigos que o representam. Ele mandou-me levantar e tirar e emprestar-lhe o
meu chapéu para o exemplo ilustrativo da matéria dele: ele deixou claro nesta
aula que não acreditava naquilo, o que me levou rapidamente a ir para a
mediateca ler o Imperador de Ryszard Kapusinski do seu compatriota.
Resumindo e concluindo Deug 27 é a minha visão para a ÁFRICA, como retratou
o meu amigo e colaborador Ethiopiano.
Espero neste Blog poder explicar esta visão e os seus argumentos fundamentais.
Pois, a Africa é a nossa mãe, e o nosso berço, todos somos os filhos de Israel, Tribo de Juda.
O que podemos fazer Juntos para ela, independentemente das nossas convicções ou crenças, tal como o exemplo do autor apresentado?
O que podemos fazer Juntos para ela, independentemente das nossas convicções ou crenças, tal como o exemplo do autor apresentado?


















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