UMA NOVA ÁFRICA SURGIRÁ EM 2020 A PARTIR DO COVID ORGÂNICO PROPOSTA DE JEROME MUNYANGY, UM AFRICANO.
 A minha palavra passe para entrar no facebook foi escolhido o código desespero 2020 há cerca de 7 anos. Sempre acreditei em algo de muito forte a acontecer no ano 2020. Confesso que estava longe de imaginar que esta era a surpreza que nos esperava.
Pelo menos sentia que a dificuldade da luta, da união da traição dos irmãos e irmãs faziam parte deste sentimento negativo na minha misteriosa palavra passe.
Era a única sensação que eu vivia dia após dia sem parar todos estes anos,  um sentimento angustioso de lutar para libertar a consciência do povo , continuar a luta de Cabral, Sankara, Lumumba e Nkruman no meio de uma luta pela própria sobrevivência.
De  repente todo o cenário muda a nossa frente. Um momento que nunca vai ser esquecido na história da humanidade. Está a ser excepcional e misterioso. Nunca vou esquecer esta segunda feira, disse um rapaz no início de abril 2020. Durante uma intervenção de um aviso no meio da aula: vão para casa meninos, a escola está suspensa até a segunda ordem.
Professores, crianças e encarregados de educação de mundo inteiro receberam esta informação como uma grande surpresa.
Foi a partir deste ponto que começou a tripla quebra cabeça: Trabalho-Criança-Escola. Ou seja como continuar o ano escolar? Como liberar os encarregados de educação da Quarentena para o trabalho sem abrir as escolas? Sendo que as crianças foram provados quase que imunes à doença, portadores e multiplicadores do Vírus. Como resolver esta equação sem correr o risco de prejudicar as crianças e tambêm a própria sociedade.
Após dois meses em quarentena os governos ricos, seguindo as recomendações da OMS, decidiram que o melhor meio seria exposição humana ao risco a próxima fase. Ou seja os meninos voltavam as escolas e os país ao trabalho.
A questão é que no continente Africano tudo não se pasa da mesma maneira. Primeiro o hábito das crianças de ficarem em casa na maioria das pessoas não é um grande problema; segundo muitos pais tem pessoas que toman conta das crianças em casa. Terceiro, porque a África não tem condições hospitalares nem económicas para responder a doença nos mesmos niveis que o mundo fora. E quarto a doença se expandia muito lento na África, quase que enexistente comparada com o nível de expanção ao mundo fora.
A Viagem Forçada dos estrangeiros do país Africano
As familias estrangeiras que estavam no continente negro imediatamente foram colocados sobre um novo desafio: em menos de 15 dias deveriam preparar-se para sairem do país em acordo com as embaixadas. O motivo da viagem era forçada. Pela primeira vez os brancos estavam a sair da África não por causa da Guerra revolucionária, mas de uma guerra contra um vírus invesível que desafiou todos os seres humanos como seu inimigo.
Foi exactamente nesta situação que comecei a imaginar a grandiosidade do problema sobre o continente e o mundo.
 Estávamos a falar exactamente nas primeiras semanas de abril 2020. Imaginei que não estava sozinho no continente com a minha família sobre esta situação. Deveriam ser milhares de familias europeias, chinesas, americanos, cubanos etc etc. Deveriam ser centenas de famílias misturadas entre branco e preto que estavam no continente, dos quais muitos não tinham ainda sequer regularizado a situação de “papeís”. Mas eu era um Africano casado com uma mulher Europeia. Deixaria a África neste precioso momento? As lágrimas não deixavam de cair pensando nesta situação aos ver para os meus amigos ethiopes.. Mas do outro lado do Atlântico estavam a outra metade da minha família.
Decidi sair porque considerei que a luta não tem espaço, que eu precisava ir pela frente da luta. Que a África está no meu coração, que os milhares de imigrantes também estão posicionando do outro lado do atlântico e que juntos poderíamos vir mais forte do que antes, pelo menos este era o sentimento que me nutria a força.
Telefonando a minha mãe ela me disse: é como nas guerras de Angolas os refugiados tiveram de vir sem nada deixando as casas com tudo.
Tivemos de deixar a Éthiópia sem saber exactamente nem o que levar, nem o que encontrar no país do destino neste caso a França que estava no momento ao Pico da doença.
Presenciei familia a separar temporariamente, jovem imigrante a não se retornar e pessoas a deixar tudo para trás com esperança em voltar.
Ouvimos também relatos de 30 turistas Italianos que recusaram entrar na Itália, ficando em situação ilegal por causa do medo da doença. Eu vi turistas passeando nas montanhas de Ethiópia e fiquei a imaginar a liberdade que estavam a sentir num país antes considerado pobre e inseguro.
Como a África está a resistir ninguém foi capaz de dar uma resposta coerente até ao momento. O certo é que a mídia internacional quando fala da doença classifica o continente Africano como se fosse um país.
Da Revolução 1960 ao Covid organics
Á África teve uma história particular com o mundo  que denominamos “DESENVOLVIDO”  nestes últimos séculos: uma história que passou de escravidão a exploração, e deste passou para a Revolução nos 1960.
Este periodo  último transformou radicalmente a vida de todos os Africanos no mundo inteiro. Esta revolução foi contruida num processo contínuo de resistência deste o inicio da escravidão.
A revolução Africana marca um início de uma grande era da humanidade.  O preço da revolução que é a liberdade foi pago com a vida e a morte de centenas de líderes Africanos e com milhares de seguidores em todo o continente.
 Para parar a revolução houve práticas como: Extermínio, Genocidio, massacres, regimes nazista, fasistas e finalmente fechou com a chave de ouro com a falsa democracia.
O eco da luta continua e também o grito dos fantasmas como Lumumba no Congo, assassinado barbaramente, apenas porque não queria que Leopoldo, considerado o maior genocida do mundo continuasse a tomar o destino do povo congolês nas suas mãos, isto é para o governo Belga.
Todas as práticas contra-revoluconárias em todas as suas facetas fortaleceram os impérios militares sedentos do poder que se espalharam por todo o continente negro.
O início de 2020 marcou uma nova luz no fundo deste longo túnel. O mundo caminha em direção a um catástrofe sem precendentes na história da humanidade. Pela primeira vez submarinos de guerra, naves de bombas atómicas se sentiram impedidos de dar um único passo temidos por um vírus invisivel. Ironia do destino. Criaram montros marinhos, a bomba mãe capaz de destruir uma montanha, lançar um míssel de um continente ao outro, para deixar se render por um vírus minúsculo e invisível.
Esta visão de impotência depois das milhares de falhas das organizações internacionais com a Justiça, levou os africanos, caraibes e mêdio oriente a se levantarem para se pronunciarem uma única só voz: deixem nos em paz.
A táctica utilizada para combater o vírus, que levou o estado de emergência em todos os países do mundo, levou com que as pessoas tivessem tempo suficiente de se refletirem o funcionamento politico do mundo. Vozes se levantaram através dos êcrans dos telemóveis para se pronunciarem os seus sentimentos. Os Cientistas Africanos foram chamados a trabalhar sobre um remêdio adaptável ao continente.
A solução da África parece longe de ser esperar por uma vacina, longe de ter aparelhos respiratórios e manter o seu povo na quarentena. A África não possui nem domina estes meios.
Daí que a África se desperta para uma medecina tradicional ao mesmo tempo desmaracando a medecina industrial com os seus braços farmacológicos.
A União Africana optou por agir com uma equipa de investigadores cientistas africanos que apresentaram a primeira grande resposta. O Dr. Jerome o congolês, resussitando o espírito de Lumumba, com a sua equipa apresenta o Organic Covid a  partir da planta Artemisia.
A solução é regeitado pela OMS mas Madagascar acita a opção e responsabiliza pela sua divulgação contrariando a OMS. Rapidamente o remêdio é nacional e países da áfrica ocidental tiveram as suas primeiras encomendas.
Será a Covid Organic produzido pela Austrália e comandado pela OUA uma grande emenda do mundo e restauração para uma nova África? O tempo pode nos mostrar se a Covid organic é o remêdio que precisamos para salvar o mundo.
Para uma reflexão mais profunda, não será a covid orgânico uma remêdio que os povos precisam para se despertarem da consciência da Verdade.
Na verdade a Covid-Organic mais do que uma proposta de remêdio adaptável a África é o que mais pode curar o mal estar que o continente Africano atravessa: a doença da falta da consciência do ser humano para a com a Vida.
A meu ver só a Covid-organics nos salvará do mal estar do mundo.



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