Panafricanismo no Contexto do Pandemismo um grande desafio humanitário: como uma alerta de um holocausto da ÁFRICA poderia servir-nos de razão última para levantar uma Consciência Popular Mundial Urgente da importância da Unidade da África para o futuro da Humanidade.
Sem dúvida que o mundo mudou a sua dinâmica com a
emergência do Pandemismo COVID 19.
A
cabeça do polvo gigante da salvaguarda do bem-estar, paz e justiça mundial, a
ONU, de repente fechou a boca ao mundo e deixou um dos seus tentáculos que é a
OMS comandar uma uma Crise de Saúde Pública Mundial, que até agora deixou
unicamente o continente africano de fora, pese emboras alguns casos de infecção
ou da morte, claramente não importante considerando a situação catastrófica da
vida humana em todas as dimenções neste continente.
É indiscutível para
qualquer ser humano consciente a especificidade do nosso continente no que
concerne a este desastre que afectou o mundo da China ao Brasil, da Europa a
Austrália.
Para quem gosta de brincar aos números, basta ver o
exemplo de um dos 3 paízes estratêgicos e com intenso tráfico aéreo na ÁFRICA:
Ethiópia e o Senegal, e Africa de Sul contando juntos os seus cerca de 170
milhões de seres humanos, com cerca de 80 mortes e um nivel de contaminação
relativamente reduzido?
Segundo o relatório da OMS, talvez aconcelhados pela rede de cientistas
internacionais, o Pico desta grande crise de saúde pública vai ser em Julho e
no continente Africano. Será? E porque razão? Podemos especular que será o
periodo que os resto do mundo se encontra com os anticorpos do vírus e largarem
os infectados em direção ao continente negro?
Ora bem, se for este último caso, não será o momento
exacto dos Panafricanistas de mundo inteiro redefinirem as suas posições
estratégicas com uma única proposta concreta e objectiva, com a impotência de
todos os presidentes Africanos e Europeus o silêncios dos seus “povos
esclarecidos”, deixando praticamente o povo africano a espera de uma solução
misterioza a um possivel holocausto que prejudicará profundamente a própria
humanidade?
Só a história responderia a minha preocupação.
A minha proposta baseia-se no seguinte princípio:
Considerando esta pandemia uma doença que restruturou toda uma nova dinâmica
mundial, levando-nos a uma profunda refleção no nosso estado pcicológico mental
e espiritual, não será o momento EXACTO
de todos os Panafricanistas se Unirem e para definirem um quadro rapidamente de
Consciencialização Popular de Unidade e Luta, ou seja Lutar ou Morrer como um requesito
básico para a sobrevivência do próprio planeta?
Bilhões de pessoas no mundo inteiro dos países ricos
mostraram que não tem a verdadeira
consciência do mal que os seus dirigentes tem estado a fazer e pretendem
continuar sobre este continente.
As teorias conspirativas só parecem fazer sentido quando
é contra o ocidente rico e industrializado, quando são os Africanos tudo parece
normal, porque eles são culpados porque aceitam e colaboram com a sua situação.
Pela primeira vez na história destas ultima geração
Humana uma pergunta surpreende: Porquê que o continente Africano não tem
praticamente assistido uma devastação por esta pandemia até ao presente momento
depois dos 4 meses que esta tem estado a se espalhar até ao momento? Será o resultado
da quarentena africana ou a Será a benovelência do norte?
Não pode haver nenhuma resposta convincente que seja
digna de se inscrever como uma Verdade,
salvo aquela que é dado por um próprio Africano consciente.
Ou seja várias respostas já foram equacionadas mas
nenhuma chegou a uma conclusão coerente e aceitável. O certo é que A Africa
independentemente desta pandemia já tinha vindo secretamente a ser devastado
por múltiplas pandemias não convencionais: Guerras, Refugiados, Terrorismo,
catástrofes naturais, doenças infeciosas, pobreza extrema etc.
Será que esta não consiste numa razão última para o
acordar do homen Africano, uma oportunidade única para aproveitar esta dinâmica
e lançar um apelo directo à consciência do povo mundial sobre as profundezas da
Ângustia Africana, uma questão que será ela
mesma um requisito fundamental para a própria sobrevivência da própria
humanidade?
Será que o mundo estarária preparado para assistir de
braços cruzados mais um segundo holacausto Africano?
Na minha esperiência devemos aproveitar o tempo para
iniciar esta campanha de consciencialização de uma humanização do mundo a
partir da verdadeira consciência Panafricana sem cair no egoísmo, do
separativismo, das crenças de cores e nações.
É preciso saber compreender e passar a mensagem
claramente que o que aconteceu nos últimos 600 anos com os africanos que hoje também estão espalhados pelos
quatros cantos do planeta.
Este me parece como a nossa última oportunidade de
resistência, ao invês de ficar calados e desunidos, a enclausurar na nossa
relação pandêmica de traição e aceitação da verdade entre nós mesmos como
irmãos africanos, e preferir a não libertação pêrpétua da condição do homen
escravizado.
A OMS falhou, os líderes africanos falharam ainda mais para com a mãe
África que tanto amaram, ao preocuparem unicamente aceitar este ultimato de 90
dias para a devastação do nosso continente, mesmo sabendo da existência real
das suas consequências, quando talvez nem sabiam que muitos africanos apesar do
medo inflingido e planeado sobre eles, acreditavam que aquela doença não servia
para eles, foi este caso que vi e vivi na êtiópia e que sinto no meu próprio
ego: isto é morrer se preciso para deixar África viver nem que fosse mais um segundo.


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